Curso de Nutrição e Gastronomia

Óleo de coco

      O óleo de coco, seja na forma líquida ou na de pílula, é o emagrecedor da moda. Na forma de pílula, é ingerido duas vezes ao dia. Líquido, também pode ser ingerido ou usado no preparo de alimentos. Na Mundo Verde, uma rede de 205 lojas de produtos naturais espalhadas pelo Brasil, as vendas aumentaram 500% nos últimos 4 meses, mais do que qualquer outro produto. O frenesi não deve continuar por muito tempo. Vários alimentos, bebidas, sementes e produtos naturais caíram no esquecimento pela ausência de estudos científicos e resultados práticos que comprovassem sua eficácia. O caminho dessa nova moda parece ser o mesmo.O primeiro motivo é que nada — benefícios ou prejuízos — foi provado em relação ao óleo, o que basta para impedir que médicos responsáveis recomendem a substância como emagrecedor. Segundo Gláucia Carneiro, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do ambulatório de obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as evidências científicas são insuficientes para que as pessoas contem com o óleo de coco para emagrecer.

    Não há mal nenhum em usá-lo, em sua forma líquida, como substituto do óleo de origem animal ou mesmo do óleo de soja na preparação de alimentos. Ele faz parte do grupo de gorduras vegetais, mais saudável do que as animais. No entanto, é rico em gorduras saturadas O azeite de oliva, por exemplo, tem gorduras insaturadas. Para cozinhar, tudo bem. Para emagrecer, fora de questão.

    Sem comprovação — As pesquisas que encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido. Há quem atribua ao óleo de coco a condição de um termogênico, ou seja, algo capaz de aumentar a queima de calorias no corpo. Substâncias termogênicas estão presentes no café ou no chá verde, por exemplo, mas também podem ser encontradas em suplementos alimentares. Mas, de novo, nada foi comprovado.

    Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódicoLipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.

   Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.

Ilusão — Por causa de resultados controversos como esses, que indicam tanto benefícios quanto malefícios do óleo de coco, sem confirmar nenhum dado e estabelecendo a necessidade de novos estudos, os médicos acreditam que incluir óleo de coco na dieta como um suplemento alimentar não é seguro. "Nenhum estudo feito sobre óleo de coco tem qualidade que garanta segurança dos resultados, além de não ter sido publicado em revistas médicas de excelência", afirma Cíntia Cercato, endocrinologista da SBEM e do Hospital das Clínicas.

   O endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro Pontos Para o Gordo, é mais taxativo. "O óleo de coco é uma grande enganação. É rico em gorduras saturadas, ou seja, em excesso faz mal, e não tem nenhuma dessas propriedades sobre as quais as pessoas vêm falando. É uma gordura como outra qualquer: pode ser consumida, mas também é capaz de engordar o indivíduo", afirma.

   O óleo de coco não precisa ser exterminado. Ele pode substituir outras gorduras, como manteiga, óleo de girassol e azeite, na preparação de alimentos, desde que haja bom senso. "A gordura não é proibida. O ideal é que ela represente, no máximo, 30% do total de calorias que consumimos ao dia, dependendo do tamanho, do peso e do estilo de vida do indivíduo. As gorduras saturadas, porém, não devem ultrapassar 7%”, diz o endocrinologista da SBEM e chefe do grupo de obesidade do Hospital as Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Márcio Mancini.

   Mancini, porém, reafirma: para emagrecer, o óleo de coco é uma bobagem. "Quem compra essa ideia joga dinheiro fora, se ilude com um caminho fácil para a perda de peso e acaba se decepcionando."

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Efeitos negativos da Obesidade


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Dicas para um bom café da manha

Já tomou seu café da manha?



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13 Mitos e Verdades sobre alimentação de diabéticos

1. MITO: As pessoas com diabetes não podem comer beterraba 
VERDADE: As pessoas com diabetes podem consumir beterraba, pois é classificado como vegetal contendo boa fonte de fibras, vitaminas e minerais e poderá fazer parte da dieta, elaborada pelo nutricionista. 

2. MITO: As frutas como banana, uva, caqui, manga e melancia, devem ser excluídas da alimentação das pessoas com diabetes pois aumentam muito o açúcar no sangue.
VERDADE: As frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras e contêm o açúcar natural (frutose e glicose). Quando consumidas em quantidades adequadas e distribuídas corretamente ao longo de um dia de alimentação, não prejudicam a saúde da pessoa que tem diabetes, entretanto se consumidas em excesso qualquer fruta poderá aumentar a glicemia. 

3. MITO: Fruta faz bem a saúde e por isso pode comer a vontade
VERDADE: A fruta possui diversos nutrientes, incluindo a frutose e glicose que em excesso poderão aumentar a glicemia

4. MITO: As pessoas com diabetes devem comer pão somente dormido ou amanhecido ou torrado porque não faz mal para o diabetes
VERDADE: O pão francês é um alimento que faz parte da dieta do brasileiro, constituindo uma importante fonte de carboidrato na alimentação. O carboidrato é o nutriente que mais afeta sua glicemia, pois quase 100% é convertido em glicose (açúcar). Assim não importa a forma de preparo ou de consumo do pão, um pão francês de aproximadamente 50g terá sempre 28g de carboidrato, estando ele torrado ou dormido. Portanto consuma a quantidade orientada pelo seu nutricionista e da forma que mais gostar. 

6. MITO: Para diminuir o carboidrato do arroz, basta lavá-lo continuamente.
VERDADE: Lavar o arroz ou qualquer outro alimento não diminui o conteúdo de carboidrato do mesmo. 

7. MITO: A pipoca é um alimento perigoso para as pessoas com diabetes
VERDADE: A pipoca é um alimento de baixo custo, rico em fibras, contribuindo com a saciedade e melhores níveis de glicemia e colesterol

8. MITO: A pessoa com diabetes não pode comer pão francês, cuscuz ou tapioca, tem que trocar tudo por biscoitos tipo água e sal ou cream cracker.
VERDADE: As pessoas com diabetes podem comer pão francês, cuscuz e tapioca, devendo estes alimentos ser inseridos em um plano alimentar saudável. Não é recomendável utilizar apenas um tipo de alimento pois haverá menor proporção de nutrientes e risco de monotonia. 

9. MITO: Para reduzir o carboidrato do pão basta deixá-lo fora da geladeira por de 1-2 dias e assim a pessoa com diabetes poderá comer á vontade sem que a glicemia se altere.
VERDADE: O pão ou qualquer outro cereal fermentado na geladeira ou fora desta, não tem seu teor carboidrato reduzido. Portanto procure seguir as recomendações do seu nutricionista em relação a quantidade e forma de consumo dos alimentos. 

10. MITO: Todas as pessoas com diabetes devem seguir uma dieta para “diabetes”, com restrição de calorias, para atingir melhor controle glicêmico
VERDADE: Não existe uma dieta específica para quem tem diabetes, pois as necessidades nutricionais destas pessoas são semelhantes a da população em geral. O plano alimentar, elaborado pelo nutricionista especialista deve considerar a avaliação do estado nutricional para definição das calorias, macro e micro nutrientes, baseados nas necessidades individuais e objetivos de tratamento, utilizando parâmetros semelhantes aos do público em geral 

11.MITO: Comer antes de dormir engorda, principalmente se for carboidrato.
VERDADE: A quantidade de calorias ingeridas é que faz com que o peso se eleve.
Se o consumo de energia for maior que o gasto, haverá ganho de peso.

12. MITO: Diabético não pode comer arroz e feijão
VERDADE: “Diabético pode comer arroz e feijão.”
Durante muitos anos, algumas crenças foram criadas sobre a ingestão de arroz e feijão. Alguns diziam “engorda”, outros que “diabético não pode comer”, porém, sabemos hoje que principalmente o feijão é um dos alimentos mais ricos em fibras solúveis, além do amido resistente (outro tipo de fibra) e faz parte do hábito alimentar do brasileiro. A presença desse tipo de fibra torna a digestão mais lenta, importantíssimo para menor elevação da glicose no sangue. Outro aspecto relevante é a saciedade que o feijão proporciona, resultado desse mesmo processo de digestão. 

13. MITO: Produtos “Diet” são feitos para diabéticos e podem ser consumidos a vontade.
VERDADE: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pode ser chamado de alimento diet aquele que é isento de algum nutriente, nem sempre ele é isento de carboidrato, pode ser em gordura ou sódio por exemplo. Podemos citar como exemplo o chocolate, algumas marcas apresentam maior teor de gorduras e pouca ou nenhuma diferença em carboidrato, ou seja, nem sempre o chocolate diet é a melhor escolha.
Para boas escolhas sempre devemos comparar os rótulos dos alimentos, em caso de dúvidas sempre consulte um nutricionista. 





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Quais alimentos podem Ajudar na concentração

     Alguns alimentos ajudam na concentração, além do famoso cafezinho, muitos outros alimentos ajudam a aumentar a concentração no dia a dia. O chocolate, por exemplo, é um estimulador natural do sistema nervoso central, ou seja, ele ajuda a manter o raciocínio e o cérebro em estado de alerta.

     Já o açafrão, condimento utilizado para dar coloração amarelada ao arroz, é famoso por ajudar no foco em atividades mais complexas por causa do pigmento curcumina, um poderoso antioxidante e anti-inflamatório que ajuda na prevenção de doenças neurológicas e no combate aos radicais livres ocasionados pelo estresse.

     O salmão, a sardinha e o arenque são boas opções para quem deseja recuperar a concentração. Por possuírem ômega 3, esses alimentos ajudam na sinalização nervosa, facilitando a comunicação entre os neurônios, melhorando assim a saúde do cérebro.

     No entanto, para as fãs do “pretinho básico”, uma ressalva: se consumido de forma exagerada, o café pode atrapalhar a concentração. E essa regrinha também vale para as bebidas alcoólicas, gorduras saturadas e trans, carne vermelha, açúcares simples (como glicose e frutose) e carboidratos refinados, como o açúcar e o arroz branco.

Segue abaixo uma lista de alimentos que não podem faltar na mesa do estudante:
  • Ovo
  • Peixe
  • Alface
  • Laranja e maracujá
  • Maçã 
  • Frutas vermelhas
  • Brócolis e vegetais de folhas escuras
  • Cereais integrais. 




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Hábitos saudáveis. Vida Saudável


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Dicas para uma vida mais saudável


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Tipos de Arroz e suas Propriedades

Arroz é um cereal de origem oriental. Alimento básico na alimentação.
Alguns tipos de arroz que são mais consumidos no Mundo.

1.Arroz Polido ou Cateto:
•Possui os grão curtos
• È servido pelos japoneses sem tempero
• Fica empapado após a cocção.


2. Arroz Parboilizado:
• È pré-cozido, conferindo sabor diferente e
preparo mais rápido
• Possui grão mais longo
• Coloração amarelada e maior valor nutritivo e maior rendimento


3.Arroz Basmati
• Cultivado na Índia e Paquistão
• Grãos longos e finos e coloração branca
• Após cozido fica macio e solto


4. Arroz Arbóreo, Vialone Nano e Carnaroli
• Variedade italiana
• Grãos grossos, redondos e branco
• Absorvem bastante líquido, ficando cremoso após a cocção
• Utilizado para risoto,


5.Arroz Integral
• Remoção apenas de casca,
• Permanece com o farelo, grão mais escuro
• Mais nutritivo - fibras
• Cocção mais prolongada (barreira à penetração da água)


6. Arroz Vermelho:
• A cor é proveniente da película que a envolve
• Usado com carnes vermelhas e bolinhos


7. Arroz Preto:
• Elevado valor nutritivo, rico em fibras
• Consumido com carnes de caças


8. Arroz Selvagem:

• É considerado uma gramínea
• Longas sementes escuras (misturado com integral)
• Elevado valor nutritivo
• Após cozido tem sabor parecido com nozes
• Utilizado como saladas


9. Arroz Agulhinha:

• Muito usado no Brasil
• Após cozido fica solto


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Alimentação saudável em Crianças menores de 2 anos

10 Passos para uma alimentação saudável em crianças menores de 2 anos

1.Dar somente leite materno até os seis primeiros meses, sem oferecer, água, chá, suco, ou qualquer outro tipo de alimento.
  • O leite materno contém a quantidade de água  suficiente para as necessidades do bebê, mesmo em climas quente.
  • Ofertar água, chá, sucos, ou qualquer outro alimento sólido ou líquido,  aumenta a chance do bebê adoecer, além de substituir o volume do leite materno a ser ingerido, mesmo sendo nutritivo
2. Apartir dos 6 meses introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os 2 anos de idade ou mais.
  • As necessidades nutricionais da criança, já não são mais atendidas só com leite materno.
  • Com a introdução de alimentos complementares é importante que a criança receba água nos intervalos.
3. Após 6 meses dar alimentos complementares (cereais, tubérculos,  carnes, leguminosas, frutas e verduras) 3 vezes ao dia se a criança receber leite materno e 5 vezes ao dia se for desmamada.
  • Os alimentos complementares são constituídos pela maioria dos alimentos básicos
4. A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.
  • O tamanho da refeição está relacionado com o tempo de intervalo das refeições. Grandes refeições estão relacionados a grande tempo de intervalo e vice versa.
  • Algumas crianças necessitam ser estimuladas a alimentação, mas não forçadas,
5. A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher. começar com consistência pastosa (purês/papas) e gradativamente aumentar a consistência até chegar a alimentação da família.
  • Conforme for mudando a consistência da alimentação, vai estimando a  musculatura facial, e capacidade de mastigação.
6. Oferecer a criança diferentes tipos de alimento durante o dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.
  • Oferecendo varios tipos de alimentos, será ofertado todos os tipos de nutrientes.
7. Estimular o consumo de frutas, verduras, e legumes nas refeições.
  • É necessário insistir a introdução desses alimentos, quando houver as primeiras rejeições, porque isso não significa que ela não gosta.
8. Evitar açúcar, café,  enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos, e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.
  • Essa atitude vai fazer com que a criança não se desinteresse pelas frutas, verduras e legumes.
9.Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos ; garantir o seu armazenamento e conservação adequadas.
  • Isso diminui casos de doença diarreica em crianças.Principal causa de morbidade e mortalidade em crianças menores de 2 anos.
10. Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual, e seus alimentos preferidos, respeitando sua aceitação.
  • Episódios frequentes de infecção podem levar a falta de nutrientes. Estimulando alimentação essa perda é diminuída. 



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Áreas de atuação do Profissional Nutricionista

Após o Nutricionista ter seu cadastro no CRN (Conselho Regional de Nutrição) e no CFN (Conselho Federal de Nutrição) poderá exercer a profissão nas principais áreas de atuação

1. Alimentação Coletiva:
- Atividades de alimentação e nutrição realizadas em UPR’s, entendidas como empresas fornecedoras de serviços de alimentação coletiva.
-Serviços de alimentação auto-gestão;
-Restaurantes comerciais ou similares;
-Hotelaria;
-Hotelaria marítima;
-Serviços de buffet e alimentos congelados;
-Cozinhas de estabelecimentos assistenciais de saúde;
-Atividades de alimentação escolar e do trabalhador.

2. Nutrição Clinica:
-Hospitais e clínicas;
-Instituições de longa permanência para idosos;
-Ambulatórios e consultórios;
-Bancos de leite;
-UNEL – Unidade de Nutrição Enteral e Lactário;
-Spa;
-Atendimento domiciliar.

3. Saúde Coletiva:
-Políticas e Programas Institucionais;
-Atenção Básica;
-Vigilância Sanitária.
-Atendimento em grupo e individual;
-Rede pública de saúde;
-Escolas e creches;
-Merenda escolar;
-Estratégia Saúde da Família;
-Instituições (igrejas);

4.Docência:
-Ensino, extensão, pesquisa e coordenação relacionadas à alimentação e nutrição.
-Escolas de ensino médio (nível técnico);
-Instituições de ensino superior (graduação e pós-graduação)

5.Indústria de Alimentos:
-Desenvolvimento e produção de produtos relacionados à alimentação e à nutrição.
-Elaborar informes técnico-científicos;
-Gerenciar projetos de desenvolvimentos de produtos;
-Prestar assistência e treinamento especializado;
-Controlar a qualidade de gêneros e produtos alimentícios;
-Proceder análises relativas ao processamento das matérias-primas;
-Realizar pesquisa e assistência aos consumidores;

6.Nutrição em Esporte
-Academias;
-Clubes esportivos;
-Similares.

7.– Marketing na área de alimentação e nutrição:
-Marketing e publicidade científica relacionados a alimentação e nutrição.
-Revistas
-Sites
-Indústrias e distribuidoras de alimentos e suplementos;
-Indústrias e distribuidoras de equipamentos;


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Peixes na Páscoa


Na semana da páscoa ocorre o aumento na compra e consumo de peixes, chocolates e doces de forma geral. Desta forma, é importante considerarmos alguns aspectos tanto na compra destes produtos quanto no seu consumo.
OS PESCADOS E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL           
Os pescados são ótimas fontes de proteína e são ricos em ácidos graxos Poliinsaturados ômega 3, um tipo de gordura considerada saudável, encontrado principalmente em peixes de águas profundas e frias, como salmão, sardinha, cavala, arenque e atum.

DICAS PARA MELHORAR A QUALIDADE NUTRICIONAL DOS PEIXES
Prefira peixes assados, cozidos ou grelhados. Evite consumir peixes fritos, que possuem alto teor energético e de gorduras;
Retire a pele antes de prepará-lo e consumi-lo. A gordura saudável presente nos peixes está concentrada principalmente em sua carne;
Utilize temperos naturais para o preparo dos peixes, tais como: cebolinha, alho, cebola, orégano, cominho, manjerona, manjericão, louro etc. Evite o consumo excessivo de sal e de temperos prontos.

NA HORA DE ESCOLHER OS PEIXES OBSERVE ALGUNS DETALHES:
Estar livre de: contaminantes físicos (areia, pedaços de metais, plásticos e/ou poeira);
Peledeve estar úmida, tensa e bem aderida;
Aparência: ausência de manchas furos ou cortes na superfície;
Escamas: devem estar bem firmes, resistentes, translúcidas e brilhantes;
Olhosdeve ocupar toda cavidade, ser brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro do olho;
Brânquias: de cor rosa ou vermelho intenso, úmidas e brilhantes, ausência de muco;
Odor, sabor e cor: deve ser o característico de peixes.
Peixe Congelado
Os produtos não podem estar amolecidos ou com acúmulo de líquidos, sinal de que passaram por um processo de
descongelamento.  A presença de gelo ou muita água indica que a temperatura foi diminuída temporariamente.
Peixe Salgado Seco (Bacalhau)
O produto deve ser armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos;
Verifique se não há a presença de mofo, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável.
Quando vendido embalado, deve apresentar no rótulo a denominação de venda, data de validade, país de origem, prazo de validade, selo de inspeção federal e outras informações obrigatórias;



Fonte: Unochapeco
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Não saia da dieta

Algumas dicas pra não perder a vontade e acabar deixando de lado a dieta.
- Não faça nada diferente enquanto se alimenta (ver TV ou ler jornal);
- Pouse os talheres entre os bocados e mastig- devagar os alimentos;
- Use uma lista durante as compras e não faça compras em jejum ou com fome;
- Compre alimentos que requem preparo, dando preferência aos integrais;
- Mantenha alimentos saudáveis à vista e alimentos problemáticos fora da visão;
- Procurar realizar uma atividade física nos horários de maior vontade de beliscar e de ansiedade.
- Aumente gradativamente os dias e o tempo das caminhadas;
- Aumente a atividade no seu dia-a-dia, optando por fazer você mesmo algumas atividades domésticas como lavar o carro e arrumar a casa;
- Procure distinguir a fome e o desejo;
- Resista aos desejos – não os inclua em sua lista de compras;
- Concentre-se em seu comportamento e não no peso (não se pese com frequência);
- Viva as emoções ao invés de descontá-las nos alimentos;
- Quando pegar um alimento para comer perguntar se é fome ou não;
- Converse com a família para que eles apóiem e auxiliem no seu tratamento;
- Procure conhecer o valor calórico dos alimentos: leia atentamente o rótulo;
- Procure aumentar a quantidade de fibras na dieta (coma frutas com bagaço e verduras);
- Sempre que sentir vontade de comer algo, tome líquidos antes (2 copos de água);
- Faça um lanche saudável antes de festas, assim você se alimentará com moderação;
- Tenha prazer com cada escolha, saboreie os alimentos devagar, não fique pensando na próxima porção que será servida;
- Não faça da comida a principal atração da festa. Divirta-se! Desvie o seu foco da comida conhecendo pessoas novas, dançando e conversando;
- Se sentir que comeu muito na festa, não inicie um jejum e nem fique se sentindo culpado;
- A alimentação saudável não se resume apenas a uma refeição, faça então, escolhas mais saudáveis durante as próximas refeições.


Chocolate Amargo na Páscoa


Já que estamos chegando perto da páscoa, aqui tem uma dica pra você não ficar sem comer uma das delícias da páscoa, o Chocolate. 
Chocolate amargo pode ajudar diabéticos a controlar o colesterol
Substâncias presentes no alimento reduzem os níveis de colesterol ”ruim” e aumentam o colesterol “bomO chocolate amargo (com alta concentração de cacau) faz bem ou mal à saúde? Entre as dezenas de pesquisas contraditórias sobre seus efeitos, uma última mostra que o alimento, rico em polifenóis (substâncias que estão se mostrando, em várias pesquisas, extremamente benéficas), pode ajudar diabéticos a controlar os níveis de colesterol. O estudo, liderado pela Hull University, foi publicado na última edição do jornal Diabetic Medicine.
Durante a pesquisa, um grupo de 12 voluntários com diabetes tipo 2 recebeu barras de chocolate diariamente – algumas enriquecidas com polifenóis, outras não. Aqueles que ingeriram as barras enriquecidas apresentaram uma pequena queda nas taxas de colesterol (LDL) e um aumento no nível do colesterol considerado bom (HDL). “Essa qualidade de chocolate deveria ser incluída na dieta, para uma melhora na qualidade de vida do paciente”, diz Steve Atkin, um dos coordenadores da pesquisa.

As críticas ao estudo, no entanto, afirmam que os benefícios são muito pequenos quando comparados aos riscos que a quantidade de gordura e de açúcar presentes no chocolate podem representar ao diabético. “O formato do estudo é, de certa forma, irrealista, já que os participantes consumiram apenas metade de uma barra por apenas oito dias”, diz Iain Frame, médico diretor de uma instituição britânica para diabéticos. Os especialistas do órgão alertam ainda que o estudo de Atkin pode ser um risco, se for visto como uma “luz verde” para os diabéticos comerem mais chocolate.

Os polifenóis também estão presentes em uvas, por exemplo. Por isso, várias pesquisas já indicaram que o vinho pode ser benéfico à saúde se consumido moderadamente.