Curso de Nutrição e Gastronomia

Alimentos que ajuda a combater a depressão

   A depressão é um transtorno mental bastante comum atualmente. Segundo o Ministério da saúde, estima-se que, na América Latina, 24 milhões de pessoas sofram com a doença. Num episódio depressivo a pessoa pode se sentir sem energia, com o humor afetado, sem interesse e sem vontade de fazer tarefas comuns da sua rotina, além dos sintomas físicos como dor de cabeça e dor de estômago. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, nosso cérebro produz substâncias chamadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções cerebrais. Um destes neurotransmissores, a serotonina, é capaz de dar ao cérebro sensação de bem-estar, regulando nosso humor e também dando sensação de "saciedade". 
   A alimentação pode ajudar a produzir mais serotonina, aumentando o bom humor e ajudando no combate da depressão, entretanto, vale lembrar que ela não substitui o tratamento da doença, com a intervenção medicamentosa e terapia. "Para a produção cerebral da serotonina há necessidade de "matérias primas" (chamadas de cofatores) fundamentais para sua síntese, como exemplos: triptofano (aminoácido), magnésio, cálcio (minerais), vitamina B6, ácido fólico (vitaminas)", ressalta Navarro. A seguir, conheça alguns alimentos que melhorar o seu humor e são excelentes coadjuvantes para dar uma "forcinha" no combate da doença. 

amêndoas - foto Getty ImagesCastanha-do-pará, nozes e amêndoas: elas são ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Segundo a nutricionista Abykeyla Tosatti, elas colaboram para a melhoria dos sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. As quantidades diárias recomendadas são duas a três unidades de castanha-do-pará ou cinco unidades de nozes ou 10 a 12 unidades de amêndoas. Mas também dá para fazer um mix saboroso dessas oleaginosas.

leite - foto Getty Images
Leite e iogurte desnatado: eles são ótimas fontes de cálcio, mineral que elimina a tensão e depressão. "O cálcio ajuda a reduzir e controlar o nervosismo e a irritabilidade. Ele participa também das contrações musculares, dos batimentos cardíacos e da transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de 2 a 3 porções por dia.



melancia - foto Getty ImagesFrutas: Melancia, abacate, mamão, banana, tangerina e limão são conhecidos como agentes do bom humor. "Todas estas frutas são ricas em triptofano, aminoácido que ajuda na produção de serotonina", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de três a cinco porções de frutas todos os dias.




laranja e maçã - Foto Getty Images
Laranja e maçã: elas ganham destaque porque fornecem ácido fólico, cujo consumo está associado a menor prevalência de sintomas depressivos. Além disso, por ser rica em vitamina C, a laranja promove o melhor funcionamento do sistema nervoso, garante energia, ajuda a combater o estresse e previne a fadiga.




banana e abacate - foto Getty ImagesBanana e abacate: a banana é rica em carboidrato (hidratos de carbono), potássio e magnésio. Também é fonte de vitamina B6, que produz energia. "A fruta diminui a ansiedade e ajuda a ter um sono tranquilo", explica Abykeyla. Tão bom quanto, o abacate é outra ótima opção, e antes de dormir. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

mel - foto Getty ImagesMel: esse alimento estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Para usufruir dos benefícios, duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes.






ovos - foto Getty ImagesOvos: "Eles são uma boa fonte de tiamina e a niacina (vitaminas do complexo B), que colaboram com o bom humor", aponta Abykeyla Tosatti. O recomendado é uma unidade por dia, no máximo. Quem tem colesterol alto deve se preocupar com o consumo em excesso, e evitar, principalmente a versão frita.




peixe grelhado - foto Getty ImagesCarnes magras e peixes: "O triptofano, presentes nestas fontes de proteína, ajuda no combate da depressão e melhora o humor, pois aumenta a produção de serotonina, que exerce grande influência no estado de humor, pois é capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar, criar a sensação de prazer e bem-estar e até induzir e melhorar o sono", enfatiza a nutricionista Abykeyla Tosatti. Ela recomenda entre uma e duas porções por dia, principalmente de peixes como atum e salmão.

carboidratos complexos - foto Getty ImagesCarboidratos complexos: eles ajudam o organismo a absorver triptofano e estimulam a produção do neurotransmissor serotonina, que ajuda a reduzir as sensações de depressão. "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão. Alimentos fontes de carboidratos: pães, cereais integrais (trigo, arroz)", explica a especialista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de 6 a 9 porções diárias.

aveia - foto Getty ImagesAveia e centeio: os dois são ricos em vitaminas do complexo B e vitamina E. "Estes nutrientes possuem grande importância, pois, melhoram o funcionamento do intestino, combatem a ansiedade e a depressão", diz a nutricionista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de, pelo menos, três colheres de sopa cheia por dia.




folhas verdes - foto Getty ImagesFolhas verdes: estudos mostram que uma alimentação com consumo elevado de folato (importante vitamina do complexo B) está associada a menor prevalência de sintomas depressivos. Um dos alimentos ricos em folato são as hortaliças folhosas verde-escuras (espinafre, brócolis, alface). "Algumas pesquisas mostram que indivíduos deprimidos podem apresentar baixos níveis de vitamina B12, levando a diminuição do folato e o desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor", adverte a especialista Abykeyla Tosatti. O recomendado é a ingestão diária de três a cinco porções por dia.

soja - foto Getty ImagesSoja: ela é rica em magnésio que é o segundo mineral mais abundante no nosso organismo e desempenha um papel fundamental na energia das células. Sua deficiência pode resultar em falta de energia. "O magnésio ajuda a reduzir a fadiga e aumentar os níveis de energia. Esse mineral combate o estresse porque tem propriedades tranquilizantes naturais, principalmente quando combinadas com cálcio", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti.


Fonte: Minha Vida
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Alimentos que combatem a ansiedade

     Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. 
   Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. 
    A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente. 

frutas cítricas - foto Getty Images1.Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. "Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências", ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.


leite, ovos e queijos - foto Getty Images
2.Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.



carboidratos - foto Getty Images3.Carboidratos: Os carboidratos, provenientes dos cereais na sua forma simples e integrais, e das frutas mais adocicadas, também podem combater a indesejada ansiedade. "Eles elevam o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem-estar e disposição", explica Rosana Farah. Pães, arroz, aveia, feijão, massas, batata, mel, jabuticaba, uvas, maçãs fazem parte deste grupo alimentar. A quantidade recomendada é de 6 a 9 porções diárias.


banana - foto Getty Images4.Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.






carnes e peixes - foto Getty Images5.Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. "A recomendação diária em relação às carnes é de 1 a 2 porções, dê sempre preferência às carnes brancas e magras", recomenda a nutricionista Rosana Farah.

chocolate - foto Getty Images6.Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e que melhora o humor, reduzindo a sensação de ansiedade. explica a especialista em nutrição clínica e gastronomia, Rosana Farah. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.

espinafre - foto Getty Images7.Espinafre: O espinafre contém folato (ácido fólico), que é uma potente vitamina antidepressiva natural. Segundo a nutricionista Rosana Farah, ele combate a ansiedade, pois quando está em baixas concentrações no organismo também diminui os níveis cerebrais de serotonina. Além disso, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o cérebro consome muita energia para funcionar e isso resulta na sobra de resíduos químicos oxidantes. É neste momento que alimentos, como o espinafre, começam a trabalhar para eliminar as substâncias em excesso, "desenferrujando" o cérebro.

Fonte: minha vida
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Sorvetes que vão deixar o verão mais brasileiro

   Pitanga, araticum e outras frutas prometem refrescar o calor durante a estação
   Após uma extensa pesquisa, a sorveteira Rita Medeiros chegou ao livro Sorbets e sorvetes: uma festa de frutas brasileiras, lançado este ano pela editora Terceiro Nome. Em sua sorveteria, em Brasília, a Sorbê, a autora desenvolve os mais diferentes gelados e foca na diversidade de produtos brasileiros para fazer suas experiências. Cagaitas,barus, jenipapos, macaúbas, açaís, cupuaçus desfilam pelo lugar e despertam a atenção e o paladar dos clientes. 
   O livro de Rita apresenta várias receitas, mas também mostra a exuberância das matas brasileiras e desbrava oCerrado e a Caatinga em busca de frutos ainda pouco conhecidos. Informações científicas e curiosidades também estão na publicação. Para dar um gostinho, selecionamos três receitas irresistíveis que vão deixar o verão mais prazeroso.


RECEITA BÁSICA PARA SORBETS E SORVETES 

Ingredientes para sorvete 
1 litro de leite 
2 xícaras de açúcar refinado 
2 xícaras de creme de leite 
Castanhas, doce de leite ou polpas concentradas de frutas (escolha a polpa que desejar) 

Ingredientes para sorbet 
1 litro de suco de fruta batido com água 
1 xícara de açúcar refinado 

Como preparar
   Cada fruta tem sua particularidade, mas o modo básico de produzir sorvetes e sorbets não muda. Comece batendo o açúcar com o líquido escolhido (suco ou leite e creme) no liquidificador por alguns minutos. Depois, despeje a mistura numa tigela, misture castanhas, pedaços de frutas ou outros ingredientes e leve tudo ao freezer por cerca de 40 minutos. Em seguida, bata a mistura na batedeira por cerca de 4 minutos e leve a mistura de volta ao freezer, por outros 40 minutos. Repita a operação, lembrando que quanto mais vezes a massa for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, melhor. Por cima do sorvete ou do sorbet é ótimo colocar castanhas picadas, caldas, frutas em calda ou pedaços de chocolate. 

DICAS 
   Sorvete ou sorbet, ambos são muito fáceis de fazer. Uma dica importante: seja qual for a mistura escolhida, quanto mais vezes ela for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, mais ar será incorporado, e quanto mais aerada a massa, melhor. Outra dica importante é que, quanto mais forte o suco, mais sabor ele irá introduzir na receita, ou seja, dose a quantidade de suco em relação à quantidade de água de acordo com o sabor mais ou menos marcante que você deseja. 

Sorvete de araticum (Foto: Divulgação/Terceiro Nome)


SORVETE DE ARATICUM 
Ingredientes 
3 litros de leite integral 
1 colher de sobremesa de emulsificante 
1 quilo de açúcar 
600 gramas de polpa de araticum 
1 pitada de sal 
Cravo a gosto 

Como preparar
   Deixe o leite ferver durante mais ou menos 1 hora em fogo baixo junto com o açúcar, o sal e o cravo. Acrescente então a polpa de araticum. Espere engrossar um pouco e retire do fogo. Para transformar esta receita em sorvete, basta acrescentar mais 1 litro de leite a 400 gramas do doce. Bata bem no liquidificador para dissolver quaisquer grumos. Transfira a combinação para uma batedeira. Adicione uma colher de sobremesa de emulsificante. Bata por pelo menos 10 minutos. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire e volte a bater na batedeira por mais 10 minutos. Leve ao freezer por duas horas em uma tigela, envolta em filme plástico. Retire e sirva.
Sorvete de pitanga (Foto: Divulgação/Terceiro Nome)

SORBET DE PITANGA 
Ingredientes
1 quilo de pitangas maduras 
400 gramas de açúcar 
1/2 litro de água

Como preparar
   Passe as pitangas por um processador para retirar os caroços. Misture a água com o açúcar e leve ao fogo até que derreta totalmente. Deixe esfriar. Em seguida, adicione as pitangas, mexendo bem por um minuto. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire. Transfira para uma tigela e use a batedeira por 10 minutos. Leve ao freezer novamente e repita a operação de congelar e bater a mistura por pelo menos três vezes ou até quando achar que a massa do sorbet ganhou ar suficiente. Deixe então no refrigerador até a hora de servir. Embora dê um pouco de trabalho, é muito melhor retirar as sementes uma a uma, na mão. Assim, o aproveitamento da fruta é maior.

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Importância do colágeno para as articulações

    As funções dessa proteína vão bem além de manter a pele firme. Ela atua na prevenção de doenças como osteoartrite, que incapacita muita gente de levar o dia a dia Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. "Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos", esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. "O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso", alerta. 
    
    A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. "Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal - como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos", descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo. "São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço." 
    Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno "desacelera cerca de 1% ao ano", como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa. "Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor", justifica Andrea. "Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente." A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. 
    
    Embora seja difícil mensurar em cada proteína a quantidade exata da tríade de aminoácidos formadores de colágeno, os especialistas garantem que incluir os alimentos certos nas refeições garante o aporte dos 10 gramas diários de que o organismo necessita. O pré-requisito inegociável você já conhece: a fonte proteica precisa ser de origem animal. "Carnes vermelhas, frango, peito de peru, peixes, ovos, queijo, leite e iogurte desnatado são as melhores apostas", lista a nutricionista Alexandra Savino, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Pelo menos um desses itens deve constar nas principais refeições do dia. "Um copo de leite e dois bifes grandes já são capazes de contemplar a cota diária", garante Nadia. 
   Para assegurar que os aminoácidos ingeridos serão, de fato, convertidos em reforço para a cartilagem, você pode dar uma ajuda extra ao corpo, consumindo fontes de nutrientes que colaboram com sua absorção ou participam das reações químicas que os transformam em peptídeos e, finalmente, em colágeno. "É o caso das vitaminas A, C e E, presentes na cenoura, no pepino, na laranja, no limão e na goiaba; do zinco, encontrado nos frutos do mar e na castanha-do-pará; do selênio das nozes e do arroz preto; do silício da aveia, da cevada e da alcachofra; e do cobre ofertado pelo fígado de boi e pelos cogumelos", ensina Alexandra. As possibilidades são inúmeras e não custa nada investir em um copo de limonada no almoço ou acrescentar um punhado de castanhas no lanche da tarde. 
    Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação. "Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo", explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada. 
   O destino do nutriente O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. "Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina", explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Por fim, o humor vítreo - substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina - e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição. 
   Reforço bem-vindo O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. "A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal", esclarece Nadia Brito. 

Casais perfeitos 

Combinações à mesa que ajudam na produção proteica 

1. Peixe e rúcula O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião. 

2. Bife e suco A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço. 

3. Frango e tomate Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C. 

4. Gelatina e companhia Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. "A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína", desmitifica Andrea Frias. "A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado", ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.

Fonte: saúde abril
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Alcool reduziria benefícios do vinho

    Estudo espanhol sugere que ele atrapalha a atuação dos polifenóis
   Com o intuito de verificar se os benefícios da versão tinta têm relação com a presença de álcool ou polifenóis - compostos com ação antioxidante -, cientistas do Hospital das Clínicas de Barcelona, na Espanha, deram dois tipos do líquido a um grupo de pessoas. "Percebemos que, ao beber o vinho sem álcool, os voluntários apresentaram uma queda na pressão. 
    O mesmo não ocorreu quando tomaram a bebida tradicional", revela Ramon Estruch, líder da análise. A hipótese para explicar esse resultado é que o álcool deixaria as artérias estreitas, enquanto os polifenóis fariam o oposto, ou seja, causariam a vasodilatação. "Antes de tirar conclusões, precisamos buscar mais estudos sobre o tema na literatura científica", diz a nutricionista Tatiana Mezadri, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Fonte: saúde abril
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"Dietas da moda"

   O termo "dieta" refere-se ao tipo de alimentação que uma pessoa faz, ou deve fazer, embora normalmente esteja associado à ideia de determinado regime alimentar restritivo e a adoptar apenas em alturas de doença ou por pessoas que queiram emagrecer. 
   O aparecimento contínuo de novas dietas que prometem êxito imediato e “sem sacrifícios” por parte do obeso, nada mais faz do que confirmar que nenhuma delas, apresenta um resultado eficaz a médio e longo prazo. 
   Uma boa dieta é aquela que não cause ao seguidor, transtornos metabólicos ou de saúde, que consiga incluir um programa alimentar adequado e uma mudança estável no peso do paciente e é clinicamente favorável, pois vai melhorar muito a qualidade de vida dos pacientes. 
   Atualmente, a obesidade é definida como uma doença endócrino metabólica crônica e heterogenia, com base genética e que se instala quando o paciente segue uma dieta hipercalórica, hipergordurosa e o sedentarismo. 
   Portando, alem de um plano alimentar pessoal, necessitamos de uma mudança de vida e hábitos com a incorporação na vida do paciente obeso, chegar a consciência de que o comer de maneira moderada, balanceada e cuidadosa e ser fisicamente ativo esta será a única forma de ter êxito em obter um corpo desejado, sem por em risco sua integridade física. 

   A seguir vamos apresentar algumas dietas seguidas por diversas pessoas, que com certeza vão ficar doentes em seguir estas dietas de supressão.

- Dieta da USP:
Esta dieta não foi desenvolvida por nenhum profissional da USP. 
Pode comer: presunto e ovos são os principais alimentos e estão presentes em todas as refeições, rico em gorduras e proteínas. 
Não pode comer: carboidratos ,poucos vegetais e frutas. 
Efeitos colaterais :aumento do colesterol, ácido úrico.

- Dieta da lua:
Na mudança de lua deve-se consumir somente líquidos durante o dia todo (sopas,chás e sucos), autor desconhecido. Pode comer: sucos, caldos de legumes,etc. Não pode comer: sólidos. Efeitos colaterais: fraqueza ,anemia, irritabilidade, efeito sanfona.

- Dieta das frutas:
Pode comer: somente frutas. 
Não pode comer: alimentos de origem animal e vegetais. 
Efeitos colaterais: carência de vitaminas, cálcio, ferro e proteína.

- Dieta das cores:
Pode comer: frutas, verduras e legumes de uma mesma cor durante o dia inteiro (ex.- dia verde = kiwi, abacate, alface, etc.) 
Não pode comer: alimentos de origem animal e carboidratos. 
Efeitos colaterais: anemia severa, hipovitaminoses, desnutrição, fragilidade óssea,etc.

- Dieta da sopa:
Pode comer: sopa de repolho, nabo, cenoura, salsão, cebola, tomate. 
Não pode comer: alimentos de origem animal. 
Efeitos colaterais: anemia severa, hipoproteínemia,etc.

- Dieta de Beverlly Hills: (Judy Mazel)
Pode comer: frutas, pricipalmente o abacaxi, pouca proteína e pouco carboidrato de teor glicêmico alto, por 15 dias. 
Não pode comer: alimentos de origem animal e carboidratos. 
Efeitos colaterais: fraqueza, hipoglicemia, gota, hipoproteínemia, etc.

- Dieta dos Vigilantes do Peso:
Criada por médicos, psicólogos e nutricionistas americanos. As pessoas são incentivadas a emagrecer com terapia de grupo em encontros semanais. Pode-se comer de tudo, porém as quantidades são estabelecidas. 
Os alimentos são identificados por cores: 
- perigosos (vermelhos), atenção (amarelos) e liberados (verdes), segundo a caloria que apresentam. 
Efeitos colaterais: não é uma dieta individualizada para cada pessoa isto poderá levar a estados carênciais.

- Dieta dos Shakes:
Estimula a substituição de uma refeição por uma mistura,que deve ser colocada na água ou suco ou leite (milk shake) para diminuir as calorias. 
Efeitos colaterais: Este método leva a carências nutricionais, enjoativa, monótona, efeito sanfona, anemia, hipoproteinemia.

- Dieta do Tipo Sangüineo:
Determina a dieta tendo como base o tipo sangüineo da pessoa. Descendentes de caçadores (um tipo sangüineo), tem dieta com carne,descendentes de lavradores (outro tipo sangüineo) tem uma dieta com verduras. 
Efeitos colaterais: Esta dieta não tem um fundamento científico e não é balanceada, levando a uma série de doenças carênciais.

- Dieta Vegan ou Veganismo:
Este tipo de dieta é uma filosofia de vida que surgiu na Inglaterra em 1944 e é contra a toda forma de crueldade contra os animais, isto na prática implica em não comer nada de origem animal e nem utilizar derivados animais como-lã, seda, couro, pele, artesanatos e cosméticos que contenham ingredientes do reino animal. Não aceitando a caça, a pesca, animais em circo, zoológicos, rodeios, touradas, etc. 
Permitido: -Vegetais e frutas. 
Proibidos: - Derivados animais. 
Efeitos colaterais: - Anemia megaloblastica, anemia ferropriva e hipo-proteinemia severa.etc. 

- Dieta da lombriga
Em dias alternados tomam-se capsulas que contém uma larva e um copo de um líquido esverdeado, o qual não se sabe do que é feito. 
Os vermes instalam-se no intestino da pessoa,crescem e ficam com a forma de lombrigas. 
Elas se alimentam do bolo alimentar do duodeno emagrecendo o usuário. (autor ignorado) 
Efeitos colaterais: gastroenterocolite, anemia severa, subnutrição, hipovitaminose, hipoproteínemia, retocolite ulcerativa, etc.

Fonte: senado.gov.br
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5 piores dietas da "Moda" Segundo Associação Britânica

Uma das dietas consiste em não comer nada, apenas receber uma solução de vitaminas de forma intravenosa Foto: Getty Images     Com a aproximação das festas de fim de ano e do verão, cresce a tentação em sucumbir a dietas radicais para perder peso. Mas muitas das dietas "da moda", ainda que endossadas e praticadas por celebridades, são pouco recomendadas por especialistas.
    A Associação Dietética Britânica (BDA, na sigla em inglês) divulgou na quinta-feira (22) a lista (compilada anualmente) das cinco que considera as dietas mais "suspeitas", a serem evitadas pelas pessoas:

5- A dieta do livro 6 Weeks to OMG: o título do livro de Venice A Fulton pode ser traduzido como "Seis semanas para que você diga 'Oh meu Deus'". O adendo promete: "Fique mais magro que todos os seus amigos". 
    A dieta, explica a BDA, sugere exercícios físicos cedo pela manhã (depois de uma dose de café preto), seguidos de um banho frio para estimular o corpo a queimar gordura acumulada. Café da manhã, só mais tarde, às 10h. O autor argumenta que "algumas frutas bloqueiam a perda de gordura", rejeita pequenas refeições ao longo do dia e defende as proteínas.
   Mas a BDA diz que ninguém terá "o tempo e a energia de seguir essa dieta" e critica o livro por "selecionar pesquisas em vez de (oferecer) uma visão equilibrada de como a rotina de muitas pessoas não consegue acomodar" os mandamentos do autor. Também defende a inclusão de um "café da manhã" saudável e se opõe ao caráter "competitivo" da dieta, alegando que ele estimula o "comportamento extremo".

4- Dieta da "Alcorexia": é apontada como uma dieta comumente praticada por top models e celebridades, por consistir em ingerir pouquíssimas calorias durante o dia para "guardar" espaço para ingerir grandes quantidades de álcool.
   A dieta é chamada de "loucura" pela BDA, por não fornecer as quantidades adequadas de calorias, vitaminas e nutrientes necessários para "sobreviver e funcionar". "Você se sentirá cansado, fraco, sem energia e facilmente irritável", adverte a associação. "Evitar comida para dar lugar ao álcool é absolutamente estúpido e pode facilmente resultar em coma alcoólico ou mesmo em morte".

3- Dieta intravenosa, ou "Party Girl IV Drip": bolsas de soro são usadas em hospitais para alimentar e medicar pacientes em hospitais. Mas esse método é usado em uma dieta em que paga-se caro para receber, de forma intravenosa, uma solução que costuma incluir vitaminas, magnésio e cálcio.
   Mas, argumenta a BDA, "há poucas provas de que isso funciona". Além disso, os efeitos colaterais podem incluir tontura, infecções, inflamação de veias e, em último caso, choque anafilático. Se é para ingerir nutrientes, a organização sugere que isso ocorra pela via "tradicional": pela ingestão de alimentos e bebidas saudáveis.

2- Dieta Congênita de Nutrição Enteral (KEN): também apontada como uma "dieta de celebridades", a dieta KEN consiste em não comer nada. "Em vez disso, durante dez dias de um ciclo, uma fórmula líquida é liberada diretamente no estômago, por meio de um tubo de plástico que chega até o nariz do paciente", explica a associação.
   A BDA diz, porém, que tubos naso-gástricos foram na verdade criados para pessoas com doenças crônicas e critica seu uso para emagrecimento. E ressalta um efeito colateral sério: os seguidores dessa dieta provavelmente terão que tomar laxativos, já que não vão estão ingerindo fibras.

1- Dieta Dukan: a dieta é baseada no consumo de proteínas e divide-se em quatro fases - a primeira prometendo "resultados imediatos" e as seguintes reforçando e consolidando a perda de peso. Mas, segundo a BDA, "há pouca ciência por trás" da dieta. "Ela funciona com a restrição de alimentos, calorias e controle de porções. Cortar grupos alimentares não é aconselhável. A dieta é tão confusa, rígida e consome tanto tempo que, em nossa opinião, é muito difícil de ser sustentada".
   A associação agrega que o próprio autor da dieta, Pierre Dukan, "adverte sobre problemas colaterais como falta de energia, constipação e mau hálito".

Fonte: saude.terra
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Gordura abdominal- A mais perigosa

  Ela não é bem-vinda em parte alguma do corpo, mas, quando se acumula ao redor da cintura, aumentam os riscos de doença do fígado, coração e diabetes.
   Manter-se magro. Acho que nunca tantas pessoas acalentaram tal desejo por tanto tempo. Não é fácil, os ponteiros que o digam. Mas, talvez mais do que a preocupação com a estética, o foco deveria ser o que acontece com o fígado ou mesmo o coração. E, quando se fala em saúde, a principal preocupação precisa ser com a gordura abdominal. "As células de gordura do corpo estão constantemente enchendo-se e esvaziando-se. E, ao esvaziarem, jogam na corrente sanguínea ácidos graxos e glicerol", explica o endocrinologista Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo. "A proximidade com o fígado faz com que, primeiro, essas substâncias se depositem no órgão", completa. Isso provoca a chamada esteatose hepática, que não é uma doença em si, e, sim, o resultado de desordens metabólicas. A longo prazo, ela pode fazer com que o fígado pare de funcionar.
   Esse tipo de gordura também aumenta a chance de desenvolver diabetes tipo 2 (veja box). Finalmente, é preciso livrar-se da gordura que acaba com a cintura porque ela afeta diretamente o coração. Foi o que confirmou uma pesquisa, publicada recentemente no Circulation, jornal da Sociedade Americana do Coração, na qual foram avaliados 1.708 homens e 892 mulheres com problemas cardíacos entre 45 e 79 anos na Inglaterra. Os cientistas concluíram que homens com a cintura aumentada têm 55% a mais de chance de desenvolver doenças coronarianas, e esse número sobe para 91% no caso das mulheres.
   Outro estudo, dessa vez desenvolvido pela Escola de Medicina de Boston (EUA), relacionou a gordura abdominal com maior chance de desenvolver demência. Foram acompanhadas 700 pessoas de meia-idade, e os pesquisadores encontraram uma associação inversa entre a circunferência do abdome e o tamanho do cérebro.
   As células de gordura do corpo estão constantemente enchendo-se e esvaziando-se. E, ao esvaziarem, jogam na corrente sanguínea ácidos graxos e glicerol

Os tipos de gordura abdominal
   Existem basicamente dois tipos de gordura abdominal. "A visceral, que, como o nome diz, esconde-se entre as vísceras e é a mais perigosa", diz Halpern. Já a subcutânea fica sob a pele e está menos entranhada entre os órgãos. É fácil diferenciar uma da outra: se você deitar e sua barriga esparramar para os lados, é subcutânea. Se ficar rígida feito uma bolinha é víscera. As duas devem ser combatidas. A conta para saber se a gordura abdominal está comprometendo a sua saúde é a seguinte: meça a região que fica entre a última costela e a crista ilíaca, exatamente a cintura. Para as mulheres, se a medida ultrapassar 80 centímetros, e para os homens 94, já há um risco moderado de desenvolver os males relacionados a esse tipo de gordura. Mas o sinal de alerta toca mesmo se a medida ultrapassar 102 centímetros para os homens e 88 para as mulheres.
   Em qualquer um desses casos é preciso realizar mudanças que façam com que essa gordura desapareça ou diminua. Alguns alimentos contribuem para a redução da gordura abdominal: frutas cítricas, vegetais crucíferos, amêndoas, cereais integrais, peixe, clara cozida, aveia e cevada.


Gordura localizada, doenças espalhadas
Veja os detalhes dos principais males que podem ser causados pela gordura abdominal.

Diabetes
"As células de gordura fabricam substâncias que desequilibram o organismo e podem produzir glicose em excesso", diz o fisiologista Mohamad Barakat, do Programa Longevidade Saudável. Para completar, os ácidos graxos dificultam a entrada dessa glicose nas células e ela sobra no sangue, caracterizando a diabetes tipo 2.

Hipertensão
Para fazer com que a glicose entre nas células, o pâncreas aumenta a produção de insulina. "Isso exige a contração dos vasos sanguíneos, para ajudar as substâncias a circularem com mais rapidez pelo organismo", diz Barakat.

Infarto e derrame
"O tecido adiposo dessa região contém células que produzem substâncias inflamatórias", diz o cardiologista Carlos Pastore, do Instituto do Coração. Isso provoca o fechamento da passagem do sangue, aumentando os riscos de infarto e também de derrame.
 

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